Engenharia, Administração e Economia Industrial, Ligadas Em Simetria de Gestão, Na Busca de Produtividade e Eficiência Em Pessoas+processo+tecnologia

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Engenharia, Administração e Economia Industrial, Ligadas Em Simetria de Gestão, Na Busca de Produtividade e Eficiência Em Pessoas+processo+tecnologia
Rowan Araujo , Management Consultant, Brazil

As mudanças no ambiente organizacional, tem feito com que as estruturas da administração. Passe por novos modelos gerenciais e organização de seus departamentos operacionais.


Economia Industrial, é um conjunto de atividades que envolvem a transformação de matérias-primas em produtos, através da intervenção maioritária do fator trabalhista e do fator capital. É composta de teorias e conhecimentos da economia global, que têm como objetivo estudar a atividade industrial e o seu vínculo e relações neste contexto.. Duas definições, desenvolvem o conceito de economia industrial, senda a definição neoclássica: 1. A Economia Industrial é aquela parte da economia que lida com o estudo da formação de preços em mercados imperfeitos e em condições de equilíbrio parcial. 2. A economia industrial analisa as interdependências das empresas nos mercados. Estuda as condições dos mercados, o comportamento das empresas e os resultados econômicos. Atualmente, a definição de atividade industrial e terciária, é definida nesta forma, devido às fortes conexões entre os dois conceitos.
Na linguagem quotidiana, o tema Economia Industrial, pode ser definido como um ramo da economia, no que tange a indústria. Considerando uma modelagem de estudo global, conforme a natureza da economia dos negócios. A direção da economia industrial, é dedicada ao estudo e o comportamento das unidades de produção, operação, instalação, e distribuição de bens e serviços que envolvem o universo das empresas chamadas de economia de mercados, ou segmentos da economia. Inclusive a concentração de estrutura de mercados, e comportamentos desta ênfase. A economia industrial é capaz de partir do pensamento da macro economia, economia global e chegar ao setor industrial, ou departamento industrial. Recomendando uma simetria geral de adoção de um conjunto de elementos de gestão e estratégias para melhorar os sistemas de operações industriais e adaptação ao mercado. Desta forma estabelece, seus efeitos, e relações, que atuam diretamente e indiretamente na economia das indústrias, o mesmo, que a economia industrial.

O que eu tenho insistido em dizer. é que pelo fato da economia industrial, estar ramificada de forma bastante acentuada na teoria econômica geral. O que ocorre em produção de conhecimento, ações, técnicas industriais, qualidade, mudança de tecnologia. Sucesso em estudos e aplicações correlatas. Progresso de inovação, no ambiente industrial e administrativo, ou sistemas, de otimização de recursos, simetrias de pensamentos operacionais. Previsão de turbulências de mercado. Decisões relativas ao preparo de liderança organizacional e modelos de comando industrial, avanço em processo de gestão de pessoas, processos, tecnologia, produtividade e eficiência. Nem sempre, são atribuídas à Economia Industrial, que é importante com sua parcela de contribuição. Mas por estar, reunida e embutida na teoria econômica máster, ou na economia central que baliza todas as outras, não é tão valorizada ou falada na mídia e outras ambiências da administração industrial..
Muitos executivos, passaram a valorizar a economia industrial, entendendo que a tendência, é ter o Gerente Industrial cada vez mais presente e polivalente holístico. Isto porque em 2017, e anos que virão. Podem deparar com a volatilidade e crescimento lento. Para crescer o pouco, que este ambiente turvo da economia nacional, nos possibilita, os executivos devem assumir riscos e liderarem a mudança e inovação industrial. Terão de estar munidos de capital humano, experiente, que entende de produção, operação, manutenção, logística, administração e economia industrial. As empresas de todo o mundo, enfrentam desafios cada vez maiores com a globalização em níveis de concorrência e custo de produção. Para garantir a competitividade e crescimento sustentável. É fundamental, o uso de liderança e todo tipo conhecimento, e aprimoramento de know how, via capital humano qualificado estrategicamente e uso de tecnologia. A visão é reduzir custos, elevar a produtividade, competitividade e ganhar mercado (market share) este é o desafio, para sobreviver. A função de um Gerente Industrial moderno, impõe um raciocínio tático e prevencionista, para lidar com riscos e liderar todo tipo de mudança com coragem e entusiasmo.
O que preocupa os executivos, é a margem de lucro, cada vez mais comprimida e a necessidade urgente de aumentar a produtividade e consequentemente a competitividade. O Brasil, tem diversos problemas como: baixa produtividade, que é 1/5 dos Americanos. Carga tributária altíssima, com 90 tipos de impostos diferentes. Sistema logístico de rodovias, portos, aeroportos, ferrovia, hidrovias e mobilidade urbana, sem investimentos, pelo desvios da corrupção. Fatores estes, que impedem e prejudicam o crescimento das empresas Brasileiras em relação competitividade global. O mercado fica nervoso e inseguro. O custo Brasil, para produzir desmotiva, e eleva o estado de preocupação. E a ansiedade do empresariado, que lidera e comanda as indústrias. A indústria de transformação já respondeu por 28% do PIB, hoje está entre 10 a 11%. Estamos desindustrializando.
Nesta preocupação, ansiedade e pressa, para reverter a situação. As decisões muitas vezes, queimam etapas do planejamento, ou são equivocadas e falham no meio acirrado da atmosfera de negócios e riscos de mercado. Há situações em que diversas empresas falham ao mesmo tempo. Costuma uma empresa, copiar o que o concorrente faz, e acabam copiando a falha um do outro, e todos falham no mercado. Um erro vêm prevalecendo em várias empresas, e muitos ainda não entendem. Tudo que se for fazer, em uma empresa; de um simples documento eletrônico, o relatório bem feito, à decisão de milhões. Precisa de experiência. Precisa ter visto projetos iguais, ou similares funcionar, em relação ao que está sendo proposto para fazer. Formando um ângulo de visão prática, e eficiente, onde a teoria é fator coadjuvante. Balizar puramente pela teoria, traz riscos gigantesco.
As empresas e indústrias que sobre saem. Possuem na verdade um forte planejamento e planos flexíveis, fundamentados em processos conhecidos operacionalmente, ações sistematizadas e sincronizadas com engenharia, administração e economia industrial. Após conseguir este sincronismo, elas estabelecem mudanças planejadas e inovações. Busacando um programa avançado de resultados, inclusive conhecendo o que o concorrente está lançando e aprimorando, em caso de ameças de mercado. Isto leva à decisão imediata, de investir em P&D, com foco em consumidores, ganhar market share, perseguir benchmarking, produtividade, competitividade e tecnologia, de forma favorecer o custo de produto ao consumidor. Esta é a melhor resposta aos concorrentes. Caso não faça, o concorrente se encarrega de eliminá-lo do mercado. Estamos vendo, que aqueles que não tem dinâmica, flexibilidade, ação, ou inteligência de mercado, estão desaparecendo dos negócios. Os consumidores modernos de todo o mundo, querem mudança, avanço da qualidade tecnológica nos produtos, mas pagando cada vez menos, e a concorrência tem possibilitado isto. É imperativo, entender de consumidores modernos e concorrentes. Pesquisando, lendo, sondando market share, destas e outras situações de mercado. Acompanhando de perto esta realidade de competitividade geral e fatores diferenciados, que formam o perfil de mercado do século XXI.. É uma transformação que tem afetado diretamente o ambiente da indústria, desde a comunicação, atendimento, liderança, produtividade inovação e qualidade dinâmica. Incluindo encurtamento do custo logístico. Estas estratégias agressivas de concorrentes, não pára mais. É justamente onde a engenharia, administração e economia industrial atuam juntas. A política estratégica de reduzir estoques em várias empresas, e operar just in time, é mandatória. Quem não fizer estará em forte desvantagem. Estoque parado é prejuízo, não agrega valor, ofusca os indicadores econômicos e financeiros do negócio.
A indústria tem a tendência digital, unindo automação, robótica, inteligência artificial e sensoriamento remoto. Criando o raciocínio de caminharmos por uma Engenharia, administração e economia industrial de sistemas Inteligentes. As máquinas físicas, tendem à combinação e análises digitais, para melhorar drasticamente a produtividade. As inovações de hardware, por si só, limitam os ganhos de produtividade, e a capacidade de combinar tecnologia de software com dispositivos físicos para analisar dados levará a novas inovações. Isto é fato, os aplicativos de serviços que temos hoje, tais como Uber é um exemplo simples e fácil de ser mostrado, e que todos entendem. Quanto mais se populariza a tecnologia, mais os consumidores levam vantagens.
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