Administração: Compliance -Enfrentamos Uma Grave Crise da ética no Brasil. Estamos Desvalorizado, Aos Olhos do Mundo, a Começar Pelo Comando do País

Best Practice / Ethics and Responsibility


Administração: Compliance -Enfrentamos Uma Grave Crise da ética no Brasil. Estamos Desvalorizado, Aos Olhos do Mundo, a Começar Pelo Comando do País
Rowan Araujo , Management Consultant, Brazil

Compliance, vem se tornando uma ferramenta de uso empresarial, a fim de valorizar a ética e cumprimento de leis, normas e regulaçõese.


Nos âmbitos institucional e corporativo, Compliance é o conjunto de disciplinas para fazer cumprir as normas legais e regulamentares, as políticas e as diretrizes estabelecidas para o negócio e para as atividades da instituição ou empresa, bem como evitar, detectar e tratar qualquer desvio ou inconformidade que possa ocorrer. (pt. Wikipedia.org/wiki/Compliance) O termo Compliance tem origem no verbo em inglês to comply, que significa agir de acordo com uma regra, uma instrução interna, um comando ou orientação importante.
Na prática isso significa que a organização deve está aderente às suas políticas, normas, regulamentos, legislação, procedimentos e controles internos, etc. Dentro desse contexto, os programas de compliance têm ganhado relevância, sobretudo como expectativa para mitigação de riscos. As grandes consultorias estão recomendando uma forte atenção desta prática, a fim de fortalecer a governança corporativa.
Está havendo uma série ações, que visam instruções desse tema nas empresas, sob uma abordagem mais técnica e direta com o raciocínio operacional, em conceitualização mostrando que compliance, é o cumprimento da conformidade em leis e regulamentos, o que significa, manda, e determina, que as empresas se comportam de acordo com regras e normas sociais, indiferente de seu porte ou negócio, tipo que é, ou seja. Independentemente de ser empresa pública ou privada, é obrigada a obedecer instruções e solicitações em caráter mandatório. O consultor Alírio Mayer, que atua no Canadá, em visita ao Brasil, disse: "As empresas, escolas e todos os segmentos, devem operar e criar estes valores nas pessoas. Moldar uma cultura interna de força organizacional nas, a fim de propagar e elevar a qualidade de seu código de ética, postura e conduta empresarial, como padrão das empresas corporativas cidadãs. E nos ambientes educacionais formais, as vias legais do ensino, que fazem parte da responsabilidade de formação de indivíduos com base na formatura cidadã. Compliance, é uma linguagem de futuro, quem não estiver alinhado, sofrerá grandes sanções, que podem inviabilizar as operações de uma empresa. Este é o futuro no mundo corporativo!" Finaliza Mayer.
Em países evoluídos, já aceleraram um processo de avaliar as empresas com este sentido amplo, não em somente observar os regulamentos sob força de lei. Mas também de obedecer ao cumprimento e os valores da responsabilidade social corporativa. Existe o mérito claro, para a empresa, que conquistam a admiração e confiança da sociedade. Fortalecendo o seu reconhecimento corporativo no mercado. Se houver uma violação de conformidade, isso implica na perda de confiança e prestígio, gerando efeito de imagem negativa no mercado e na sociedade. Caso a empresa seja multada, terão de se explicar para o acionista e stakholders, que fazem pesadas advertências, precedidas de planos com medidas preventivas e corretivas, a cumprir. Pode penalizar energicamente diretores e gerentes. Para evitar este tipo de situação, a cultura de compliance, implementada, amadurecida e liderada adequadamente. Preserva a empresa de fatos desagradáveis desta natureza e risco de prejuízo de imagem. Portanto compliance, trata de orientação séria, que estará sempre checada, com a finalidade de preservar os valores das empresas responsáveis. O Gerenciamento de Risco é um parceiro forte, do fator compliance, em pontos da administração e sistema organizacional. Principalmente sobre as questões ligadas em multas, riscos de capital, imagem, marca, e outras questões de obrigações, trabalhistas, fiscais / tributárias e ambientais.
A ênfase em toda valorização de compliance, notada no Brasil ultimamente, está atrelada aos prejuízos sofridos, pelos grandes escândalos corporativos de fortes empresas, decorrentes da Lava Jato. A maior empresa publica, a Petrobrás, perdeu 90% de valor de mercado e só agora vem tendo recuperação. A Odebrecht, grande construtora, liderava indústria da propina. O grupo JBS, é sócio do governo, via BNDES, e em 13 anos foi um super beneficiado com projeto cartelizado de processamento de carnes. A OAS, outra empresa forte, está envolvida em circuito de propinas também. Correios, BNDES, Caixa Econômica, Banco do Brasil com dois ex-diretores presos etc. E por fim; o próprio governo PT, que não cumpriu com a responsabilidade fiscal e outras normas da administração pública, que vieram a movimentar o seu impeachment. O atual governo, também enfrenta sérias denúncias. Fatos estes, que mostram a clara evidência que a compliance e ética (que andam juntas), não são seguidas com rigor no país, e que isto é negativo em todos os aspectos.
Os casos mais comuns em violação real das leis de negócios, mais perceptíveis, e de imediato, em vários países é a sonegação de impostos. No Brasil este processo ganha força, em função da pesada carga tributária. Um exemplo focado no contribuinte, é que o cidadão trabalha de quatro a cinco meses, só para pagar imposto, e ao mesmo tempo se revolta em constatar que arrecadação não é aplicada na saúde, educação, segurança e infraestrutura. Em 2016, mesmo em crise, 2 trilhões foram arrecadados pelo o governo com quase 90 tipos de impostos. Em 2017, agora em setembro está bem acima de 1 trilhão e ninguém vê resultado. Esta é uma situação que desmotiva pagar imposto no Brasil, segundo pesquisas.
No século XX, no Brasil, já tivemos um ensino mais voltado a ética e respeito. O antigo ginasial havia disciplinas Moral e Cívica e OSPB, Organização, Social Política Brasileira. Os valores da nação, tão desprezados hoje, talvez estivessem mais fortificados. Mas a educação no Brasil tem problemas emblemáticos de conseguirem fazer piorar, a cada ano, o pouco que funciona, e optar por decisões vergonhosas e incompetentes. Dentre elas, a extinção destas disciplinas, que contribuíam, para formar futuros cidadãos, futuros empresários, políticos etc. A educação do Brasil vai de contra mão, dos países que crescem, avançam, e que praticam a verdadeira educação.
A função Gestão de Compliance, é extremamente positiva e segue a moderna administração geral, que prima pela cultura da ética, responsabilidade corporativa, e consubstanciada em códigos internos de conduta capazes de garantir conformidade com as normas e obrigações em geral. Estas práticas podem ainda, conduzir os negócios à um novo patamar, com novos padrões de boa governança corporativa, e envolvimento dos departamentos operacionais das empresas, Um gestor de compliance, tanto público ou privado, deve acima de tudo ter coragem. Assumir desafios, e trabalhar inseparavelmente da ética e responsabilidade como o princípio, meio e fim. Frente e fonte ao mesmo tempo, de valores e missão, a fim de quebrar paradigmas, hábitos, vícios negativos, e sendo inclusive, desafiado para banir corrupções, circuito de propinas, esquemas fraudulentos, conluios, formação de cartéis, sistemas de compras / licitações direcionadas / viciadas, superfaturamento e outras irresponsabilidades comumente praticadas. É mais uma ferramenta que pode valorizar, e primar pelo cumprimento de leis e normas, que são obrigatórias em qualquer atividade da civilização, moderna, ética, responsável e cidadã.

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