Um ambiente de trabalho melhor começa com cada um de nós


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Um ambiente de trabalho melhor começa com cada um de nós
Padilla Luiz Roberto Nunes Padilla, Member, Teacher, Brazil

Jogar uns contra os outros é uma das principais estratégias dos sociopatolobistas (psicopatas coletivos) e dos politicorruptos, sabias? Iso tem prejudicado o funcionamento harmônico do ambiente corporativo. Note que já é a segunda geração que, no Brasil, vota para Presidente da República aos 16 anos, e cresceu sob a influência da acultura da superficialidade; e acreditam que viver cercados de paradoxos e conflitos, e impregnados de medo é "normal".
Quem está dominado pelo medo, não consegue pensar com clareza. As emoções intensas, como a raiva e o empilhamento de frustrações, obliteram a capacidade de pensar: www.padilla.adv.br/processo/pensamento
Por isso, apesar da mudança de toda a sociedade, tem sido mantida no Brasil a lei que torna isento de prisão o menor de 18 anos, a fim de incentivar a impune criminalidade juvenil. Por que quem pode eleger Presidente da República não seria responsável por um crime que cometer? As pessoas de 16 anos são cultas e inteligentes como provam os vestibulares das Universidades Federais, onde jovens são a maioria dos aprovados...
Para facilitar a manipulação coletiva, os paradoxos cotidianos empilham frustrações, alimentam a raiva e a insegurança, das tragédias anunciadas, impondo padrões de comportamento e consumo, criando a "aldeia global" profetizada por Marshall McLuham ("Os meios de comunicação como extensões do homem" Cultrix, 1969; traduzido para o Português por Décio Pignatari de "Understanding Media: The Extensions of Man", New York, 1964, McGraw-Hill).
Para anular as pessoas decentes, elas passaram a serem jogadas, umas contra as outras; Fomentam os conflitos, desde os entre as gerações, até os das classes de um mesmo setor; alunos são jogados contra os professores; empregados contra os empregadores; nos mais diversos grupos de interesse, são criados antagonismos artificialmente alimentados, como os entre heteros e GLS.
Todos - heteros e GLS - querem ser felizes, e ter liberdade de vivenciar as suas convicções e desejos. Se o mundo é tão grande, jogar uns contra os outros só interessa aos que querem fragmentar a sociedade em grupos fratricidas para facilitar sua dominação – Maquiavel: Dividir para conquistar! Tem sido assim há muito tempo!
Note o paradoxo do álcool e das drogas: Há pessoas muito bem intencionadas querendo discriminalizar as drogas, agindo escoimadas em boas intenções. Desde que a civilização existe o álcool é usado, socialmente, para conter as pressões da socialização enquanto as drogas são usadas com finalidades ritualístico-medicinais (Padilla, Teoria Geral do Direito Desportivo 2013; Freud, “O mal-estar na Civilização”, 1930; Norbert Elias, The Civilizing Process, 1939; Jung, “Obras completas”, postmortem, 1982). Contudo, em pleno Sec. XXI, se você for convidado para um coquetel, casamento, formatura, etc., ou vai de cara amarrada, porque não poderá brindar e dirigir sob o risco elevado de ser duramente multado, e até preso. Se deixar o carro em casa, não disporá de transportes coletivos e nem mesmo de táxi. Até quem tomar uma homeopatia e dirigir também poderá ser pres, como o pior dos criminosos, porque a bebida foi demonizada! Enquanto os entorpecidos por medicamentos ou drogados ilicitamente continuam causar insegurança no trânsito. As estatísticas demonstram que apenas um pequeno percentual dos acidentes é causado por pessoas embriagadas. Assim, é perigoso você dirigir sóbrio, porque a probabilidade de você se acidentar sóbrio é maior do que se beber! Claro que é uma sátira, para escancarar o quanto é hipócrita essa demonização da bebida. Quando uma pessoa não pode relaxar com uma bebida, ou ficará preso sem poder se deslocar, o recado subliminar é muito claro: "use drogas que não dá nada!".
Enquanto a sociedade está entorpecida por esses paradoxos, os psicopatas disfarçadamente empurram uns contra os outros. O medo, e todos esses e tantos outros conflitos, num ambiente desprovido de mobilidade urbana, as pessoas decentes estão isoladas. A maior corrupção do planeta sustenta-se sobre a fragmentação da sociedade onde todos estamos sendo jogados uns contra os outros... Como isso aconteceu? padilla-luiz.blogspot.com.br/2013/03/medo-e-imobilidade-urbana-alimentam.html
A maioria da população acredita em falsas crenças e acha "normal" a inversão de valores.
Até a imprensa, apesar de composta por pessoas bem intencionadas, incentiva os paradoxos, a perplexidade, e as emoções que limitam; e não divulga informações que permitiriam que a população pensasse com clareza, especialmente com relação à saúde: Para que o corpo e o cérebro funcionem mal, dificultando ainda mais o raciocínio e facilitando a manipulação, a população tem sido envenenada.
Por trás dessa demonização da bebida, enquanto se discute a descriminalização das drogas, estão os mesmos lobistas que, desde os anos setenta, vem disseminando as drogas entre a juventude. Os jovens, em geral, dispõe de mais tempo, energia e motivação que os adultos. Em 1968 os jovens se mobilizaram e mudaram o mundo!

Para evitar que voltassem a se mobilizam, os sociopatolobistas desenvolveram a acultura da superficialidade, disseminaram o consumo de drogas na juventude.
Dai a importância de praticar meditação e artes marciais, que desenvolvem o raciocínio espacial e a capacidade de percepção, e ainda ensinam a controlar o medo e as emoções, tornando a pessoa menos propensa a ser manipulada. Acorde sobre como tudo isso tem sido feito para nos manipular www.padilla.adv.br/processo/pensamento/superficial/





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