Organizational Memory
(Walsh Ungson)

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Retenção, aquisição, e recuperação da informação em uma organização. Explanação de Organizational Memory de Walsh e de Ungson. ('91)

Índice

  1. Resumo
  2. Fórum
  3. Melhores Práticas
  4. Expert Tips
  5. Recursos
  6. Imprimir

Organizational Memory (Walsh, Ungson)

Que é Organizational Memory? Descrição

O método de Organizational Memory de Walsh e de Ungson é uma técnica que possa ser usada para a retenção, a aquisição, e a recuperação da informação em uma organização.

Walsh e Ungson sugerem que a estrutura da memória organizational pode ser classificada dentro seis da informação de “escaninhos armazenamento”:

  • Indivíduos,
  • Cultura (histórias, modelos mentais),
  • Transformações (os vários processos e procedimentos),
  • Estruturas (papéis dentro da organização),
  • Ecology (situação física da organização), e
  • Arquivos externos (documentação da informação).

A memória Organizational consulta à informação armazenada de uma organização que possa ser usada para decisões atuais. Não é armazenada centralmente, mas é distribuída através das facilidades diferentes onde é retida.
O modelo ajuda a gerente de HRM melhorar possibilidades de uma organização explorar mais melhor seu potencial da memória, dando forma e influenciando a estas posições de memória.

Origem de Organizational Memory. História

Há diversos scholars modernos que publicam o trabalho a respeito da memória organizational. Mas está desobstruído que as origens deste conceito estão baseadas no trabalho de scholars adiantados de vigésimo-século tais como Durkheim e Vygotsky. De acordo com Wexler (2002), a noção da memória organizational origina do trabalho de Durkheim e de seu protégé e foi construída em cima do conceito da memória coletiva. Spender (1996) reivindica que a memória organizational está ligada inextricably ao trabalho de Vygotsky e da teoria social da construção. Oferece o argumento que encaixou social a atividade precedeu o desenvolvimento do consciousness individual (P. 71). Walsh e Ungson (1991) cite o trabalho de março e de Simon (1958), que posit que a memória de uma organização ou de uma instituição pode ser abrigada nas políticas e nos procedimentos. Esta característica da retenção pode também resultar em conseqüências negativas. Walsh e Ungson (1991) cite também o trabalho de Starbuck e de Hedberg (1977), que reivindica que os artifacts estruturados tais como papéis podem fazer o dano a uma instituição, quando perdem seu efficacy sobre o tempo e realmente tornam-se os impediments a mudar.


Uso do modelo de Organizational Memory. Aplicações

  • Recursos Humanos
  • Knowledge Management

Forças do conceito de Organizational Memory. Benefícios

  • Dá um framework simples para guiar esforços da hora em melhorar a gerência de o conhecimento.
  • Permite que as instituições beneficiem-se da informação histórica e dos learnings. Apesar da natureza transiente da sociedade organizational (Berthon, Pitt & Ewing, 2001).
  • Pode servir como umas vantagem de o competidor (Wexler, 2002; Croasdell, 2001).
  • A lata reduz realmente custos da transação (Croasdell, 2001).
  • Pode servir a um papel político nas organizações. Isto pode ter implicações positivas e negativas (Walsh e Ungson, 1991).

Limitações de Organizational Memory. Desvantagens

  • Uma ênfase demasiado elevada na memória organizational pode incapacitar a aprendizagem em uma organização, causando a rigidez e o blindness: as companhias já não observam mudanças nas circunstâncias.
  • A memória Organizational é uma função da idade de uma instituição, do tamanho e do sucesso (Sinkula, 1994; Lukas, Hult e Ferrell, 1996; e Berthon, Pitt e Ewing, 2001).
  • A história prévia pode causar a tomada de decisão habitual e em Single-loop learning (Berthon, Pitt e Ewing, 2001).
  • Os Artifacts tais como papéis e a estrutura organizational, aquela são armazenados dentro da cultura das instituições, podem também transformar-se impediments a mudar (Walsh e Ungson, 1991).

Suposições do modelo de Organizational Memory. Circunstâncias

  • De acordo com Walsh e Ungson (1991), quando você pensa sobre a memória organizational, você deve considerar três fatores críticos: retenção, aquisição, e recuperação.

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